Simplesmente de morrer a rir este video, os mercados financeiros e o subprime pelo ponto de vista de um banqueiro….

Simplesmente de morrer a rir este video, os mercados financeiros e o subprime pelo ponto de vista de um banqueiro….

Existe um adágio em Wall Street que diz que os mercados financeiros são conduzidos por apenas duas emoções: medo e ganância.
Ceder a estas emoções produz quase sempre um profundo efeito prejudicial. Este prejuízo poderá circunscrever-se à carteira de investimentos de um investidor ou, em determinados momentos, tomar conta do mercado no seu todo.
Acreditamos que, a partir de um determinado momento, o medo tomou igualmente conta das operações nos mercados ao longo das últimas semanas.
Compreender a influência destas emoções na evolução dos mercados bolsistas e desenvolver os respectivos mecanismos de defesa, assume uma importância tão grande como o desenvolvimento de uma boa estratégia de investimento.
Muitos de nós, pelo menos num determinado momento, desejamos alcançar tanta riqueza quanto possível na mais curta fracção de tempo. Esta mentalidade “torne-se rico num minuto” conduz quase sempre a maus resultados. Os investidores esquecem muitas vezes que o mundo ideal das elevadas rentabilidades sem risco, não existe.
O crescimento da Internet no final da década de 90 apresenta-nos um bom exemplo de uma circunstância em que a “irracionalidade exuberante” assumiu o comando. Na altura, aparentava que tudo aquilo que era necessário fazer seria seleccionar qualquer investimento com o sufixo “.com”. A grande dificuldade nestes momentos parecia residir em seleccionar as acções das empresas que subiam mais, uma vez que, em escalas diferentes, todas subiam. O investimento em acções de empresas (muitas delas start-ups) do sector de Internet (sector desconhecido para a esmagadora maioria dos investidores), alcançou uma cadência doentia. Os investidores entraram numa “espiral de ganância”, provocando uma sobrevalorização muito exagerada nos preços destes activos, situação que conduziu à formação daquilo que vulgarmente se designa de “bolha especulativa”.
O desfecho desta situação é conhecido. A bolha especulativa rebentou em meados de 2000 e manteve os principais benchmarks deprimidos durante cerca de 2 anos.
Da mesma forma, o medo, uma sensação desagradável, por vezes forte, de antecipação ou consciência do perigo, produz igualmente fortes impactos nos mercados financeiros. Quando as acções ou os índices registam elevadas perdas num determinado período de tempo (tendencialmente curto), os investidores e o mercado tomados pelo receio de incorrer em perdas adicionais, sentem um apelo quase irresistível para vender os seus activos. Ser demasiado medroso pode ser tão prejudicial quanto ser excessivamente ganancioso.
Do mesmo modo que a ganância dominou o mercado durante a formação da bolha especulativa “.com”, o mesmo pode ser dito da prolongada prevalência do “estado de medo” que se lhe seguiu. Nestes momentos, os investidores tendem a “vender primeiro e analisar depois”. Vendem de forma indiscriminada, bons e maus activos. Querem, a qualquer preço, ver-se livres da má sensação, que começa a ser física, que se apoderou do seu espírito e corpo. Nestes momentos, os investidores agem quase como se “não existisse amanhã”.
Quando este estado de pânico se instala, estamos perante um indicador quase infalível de uma excelente oportunidade de investimento. Outro indicador interessante, mas menos infalível, resulta da atenção que nestes momentos é dada aos mercados bolsistas pelos telejornais e principais meios de comunicação generalistas. Quando o jornal da noite abre com a notícia da queda das bolsas, estaremos muitas vezes perante uma oportunidade de compra.
Warren Buffett diz a este propósito que uma simples regra determina as suas decisões de investimento: “Sê medroso quando a maioria é gananciosa; e sê ganancioso quando a mesma maioria se tornou medrosa”. Num artigo recente por si assinado numa coluna do New York Times, Buffett recomendou o investimento em acções americanas, em obediência precisamente a este princípio de investimento.
Buffett sabe que as principais oportunidades de investimento surgem nos períodos de maior incerteza.
Bons investimentos!

Ainda é cedo para saber se estamos no final da tendência baixista que se iniciou em todos os mercados mundiais na semana passada, pois de momento não observamos qualquer formação de inversão. O certo é que temos a maioria dos índices a aguentar-se a partir de importantes níveis de suporte, mas isso não é suficiente.
Pelo menos, parece que estamos a começar a observar um certo sinal de solidez por parte do dólar, uma ligeira debilidade do petróleo e um melhor comportamento do índice tecnológico por excelência, o Nasdaq 100. Nos últimos meses, tenho vindo a advertir para a relativa solidez do Nasdaq face às restantes bolsas mundiais e que era este índice que vinha a actuar, em parte, como guia.
Com efeito, qualquer forte movimento altista do Nasdaq fazia com que fosse seguido pelos restantes índices mundiais, ainda que com um certo atraso.
Veremos se esta solidez não é passageira, mas o certo é que a retoma tem que começar por algum lado. A nível macro, é de destacar, na sessão de quarta-feira, os dados melhores do que o esperado relativos às encomendas de bens duradouros da economia norte-americana, que apesar de terem descido, tiveram uma quebra menor do que a prevista – a taxa mensal de Abril foi de -0,5%, contra uma estimativa de -1,5%.

Esta noite e após uma acesa discussão com a besta de um cliente brasileiro fiquei a pensar de onde vinha este meu ódio a estes gajos, até que se acendeu uma tocha na minha alembradura.
Eu andava no 8º ano, e tinha grandes dificuldades em comer gajas.
Estava na fase em que todas as pitas se viram para gajos mais velhos, e deixam os colegas agarrados ao pau. No entanto existem sempre aquelas pi(u)tas que vão com todos, felizmente! E eu tinha acabado de conhecer uma dessas, vamos chamar-lhe Marilu.
A Marilu tinha fama de fodilhona. E acredito que também tinha o proveito. Comecei a dar-me com ela, com a idea de lhe comer a crica, como todos os outros amigos dela. E as coisas até estavam a correr bem, até ter aparecido o brasuca! Esse palhaço era mais velho, tinha chumbado, falava com aquele sotaque meloso à boiola, e era dono de um café.
Os pais é que eram, mas ele sacava pastilhas e tabaco à borla na mesma. Num belo dia o cabrão começou a falar da Marilu. Com aquele sorriso panilas e sotaque irritante, o filha da puta contou-nos que andava a comer a Marilu. Não era o único, mas era sem dúvida o que metia mais nojo.
As piores putas são as que se deixam comer por brasucas. Mas o momento em que me passei, o auge do descaramento desse fdp, foi quando proferiu esta linda afirmação: “Pô càra… À Marilu é à únicà mininà qui eu já cômi qui tem à ratxinhá quentxi!”
Foda-se! Além de ter andado a chafurdar na cenaita da Marilu, o cabrão do brasuca convenceu-me que uma gaja ter a cona quente era algo de anormal.
Só passados alguns anos e muitas conas é que eu tive a certeza que uma boa pachacha deve ser quentinha.

Imaginem o seguinte personagem e a situação por ele vivida nesta minha diarreia de sexta feira:
fato de treino roxo e verde brilhante;
panamá branco na cabeça;
bigode farfalhudo;
meias turcas brancas e chinelos de ir à piscina.
Tem uma esponja na mão e um balde de água com detergente na outra.
Este homem trabalha no BCP. Tem um cão gordo, com as patas afastadas e é chato por cima. A mulher tem uma T-shirt grande com um nó de lado e o cabelo loiro platinado com as raízes pretas e veste calças colantes da feira, saltos altos e óculos escuros dos monhés.
O filho limpa a seringa com óleo de cedro.
O cão lambe os tomates.
O homem lava o Fiat Uno.
A mulher lava a cona com Super Pop Limão.
A avó parkinsónica engana-se e põe a placa dentária na cenaita.
O filho dá um caldo de aguarrás.
A mulher faz a sopa com os collants e couve tronchuda. Guarda do talo para pôr na cenaita, logo à noite.
O homem encera o seu Fiat Uno.
A avó mastiga em seco, em frente ao televisor, enquanto vê o Goucha e a Julia Pinheiro.
O cão mija na Diffembachia da sala de estar e olha desconfiado o dálmata de loiça ao seu lado.
A mulher arreia uma sova no cão com um talo de couve recentemente retirado do anús.
O homem está a polir as jantes com Cif Amoniacal.
A avó mija-se pelas pernas abaixo em cima de uma alcatifa roxa de pêlo alto, na sala.
O filho dá um caldo de Forza-desentupidor-de-canos.
O cão estrebucha num estertor com um talo de couve tronchuda no anús. A mulher tira-lho de repente com um “poc” seco e o cão desaparece a ganir.
A avó e o filho trocam seringas e dão um caldo de óleo de rícino.
O homem pontapeia o cão, porque este agora sofre de incontinência fecal e borrou-se nos estofos da frente.
A mulher lê a Maria e fica a saber que o sexo em grupo faz bem às supra-renais, e à celulite. Se for com pretos faz subir a tensão arterial mas baixa o colesterol.
As prolactinas são indiferentes a esta prática.
A avó e o neto partilham as seringas com um bando de ciganos, que entretanto se mudou lá para casa, aproveitando a ausência do Chefe de Família.
A mulher lava a loiça, enquanto chucha, distraída, num talo de couve tronchuda.
O cão lambe os tomates a um cigano, que pouco habituado às comodidades da civilização, se lavara por baixo, por engano, com Whiskas, no aquário da sala.
O cão roda toda a tribo até que se fartam dele e o dão a um ciganito ranhoso que se entretém a introduzir-lhe a própria cauda no recto.
O homem coloca um Ambipur Desert Shine no tablier do carro.
Um cigano vai ao cú ao filho, a troco de pó marado, enquanto a avó faz um minete a uma cigana, sem razão especial.
A mãe mete um rábano descascado e untado com banha na cenaita.
Um ciganito tenta vazar um olho ao cão, que escapa por um triz, escondendo-se no micro-ondas.
O homem aspira os tapetes do carro.
Um cigano enrraba a avó e faz um broche ao filho que dá um caldo de Nestea quente. A mãe tem a sua iniciação no sub-mundo da droga dando um caldo de calda bordalesa.
O cão, que ficara trancado no micro-ondas, com a fome, tenta roer um talo de couve tronchuda que a mãe deixara para o jantar.
O homem lava os vidros da frente com shampô especial com cera de carnaúba.
Um cigano esporra-se nos ouvidos da avó enquanto lhe esfrega a placa dentária na cenaita.
Um cigano que estava a cagar no meio da sala, espreitou pela janela e viu que o homem se aproximava.
Debandaram todos, deixando a avó toda esporrada, o filho com uma seringa cheia de Galp Gforce 98 e tinta da china espetada no pescoço. A mãe tenta retirar o garrafão de Sonasol Frescura Marinha do cú e o cão tosquiado de dentro da panela da feijoada.
O homem entrou, sentou-se nos sofá, ligou o televisor, adormeceu e sonhou que um cabrao com os copos estava num blog ranhoso a escrever sobre a familia dele!
Fodasse tenho de largar o alcool urgentemente e voltar a tomar a medicação, que se isto continua assim nao sei não!!
Avraços e Veijocas
João

Já estava na cama, e a ler no expresso desta semana um artigo sobre empreendedores quando me lembrei deste video do famoso Ali G.
Este sim digno de ganhar qualquer premio de empreededorismo, e ser apoiado por algumas empresas de capital de risco e Private Equity
Mais logo continuo este assunto dos empreendedores que agora já não vejo nada.
Avraços e Veijocas
Joao

Ora então boa noite caros leitores desta pocilga. Melhor, bom dia que a esta hora a noite já se foi, ou quase. Mas isso agora não interessa nada, como dira a minha amiga Teresa Guilherme (Tété Guilhas prós amigos).
Vinha eu a chegar de uma calorosa night, ok ok não foi assim tão calorosa, foi uma coisa assim pro quentita com um ligeiro toque pra fervura, mas com esta crise tambem não podemos pedir muito.
Como eu estava a dizer, vinha eu descansadito a chegar de uma saidita nocturna, sim porque também tenho direito, quando quiçá porque, talvez devido ao excesso de caipirinhas cachaças e afins, resolvi reabrir aqui o botequim.
Por isso meus amigos já sabem que podem vir ler umas barbaridades badalhocas diariamente com exepção:
Dos dias em que não houver papel higienico, porque nao posso limpar o olho depois de ter as maravilhosas ideias para aqui postar.
2x por semana em dias a decidir, pois isto de ter diarreias mentais diariamente faz mal ao olho, deixando-o irritado e desidratado,e como nao o quero estragar lá terei de lhe dar descanso. Mas para melhor vos explicar este facto do olho anda por ai um leitor que é especialista nestes assuntos de medicina, trabalho, higiene e coisas afins, por isso ele que se manifeste.
Agora como diria essa mesma “personage” vou “acentar o chavelhame” porque já estou a ver a coisa a tremer muito e nao acredito que seja um sismo, por isso meus amigos voltem sempre mas a tasca hoje fechou.
Ps. Logo é melhor ninguem me dizer nada porque eu devo estar com um humor daqueles…….
Avraços e Veijocas
João